Este ano, mais do que nunca e pelas razões que todos conhecemos, partilhar o bem e o amor é o que melhor podemos fazer.
Vai daí o “já que não há abracinho, levas com o postalinho”.
Muitos de nós não se podem ver, abraçar… por isso porque não enviar amor em forma de postal?
É este o postal de Natal 2020, impresso num vermelho alegre e bem natalício!
Partilhemos o amor, com um pouco de humor! :)
‘provérbios de papel' é a nova coleção de postais beija-flor que, como facilmente se conclui, têm uma forte ligação ao imaginário português.
Nasce da minha vontade (vantagens de ser eu a criadora 💁🏻♀️) de ter em ilustrado e materializado alguns dos meus provérbios favoritos. Isto porque muitas vezes estes têm mensagens que gostaria de transmitir a alguém ou simplesmente ter na parede para me relembrar o quão importantes são.
Haja vontade de escrevermos mais para os nossos (eu sou uma pessoa dos postais físicos, como já devem ter reparado) e imaginação para lhe darmos destino! :)
Há uns tempos, quando perguntava num post do instagram sobre o que gostariam que vos falasse mais, o processo criativo e de produção foi dos que suscitou mais interesse. Assim hoje venho falar-vos de um parte muito específica do processo de produção: dos desperdícios (sim, desperdícios!), de como é difícil evitá-los e da minha forma de tentar (re)aproveitá-los.
Read MoreA Hydrangea é a terceira, e última, flor do nosso jardim, uma coleção de cadernos e prints de inspiração botânica, ilustrada pela Carolina Maria.
Read MoreCamellia é a segunda flor do nosso jardim juntando-se assim à Dahlia, as duas lustradas pela Carolina Maria.
A cameleira é uma planta muito comum nos jardins portugueses (sejam eles públicos ou privados), de folha persistente e que dá flor no tempo frio.
Durante muitos anos ouvi a minha mãe chamar Japoneira a esta planta, só mais recentemente descobri o o porquê deste nome: são árvores oriundas das florestas do Japão, daí esta designação. Há também quem lhe chame Rosa do Japão.
E o cliché “A vida dá tantas voltas!” ganhou, para nós uma reforçada validação.
Se algum dia acharia que poderia estar a viver numa Ilha? Não, de todo. Mas se é bom cá estar? É. Muito.